
ALBUM FOTOGRÁFICO
sábado, agosto 15, 2009
Exposição D. Nuno Álvares Pereira - EPI Mafra

A Escola Prática de Infantaria de Mafra assinalou ontem o Dia da Arma de Infantaria e da sua Escola Prática. É patrono desta escola o agora S. Nuno de Santa Maria. A “figura lendária deste militar e santo”, como lhe chamou o Coronel João Mendes, Comandante da EPI e que no seu discurso o recordou como pilar da instituição. O Coronel João Mendes referiu-se ao patrono como o “homem que garantiu a vitória sobre os Castelhanos, apesar da clara inferioridade numérica das tropas portuguesas”, enaltecendo-o como “estratega, comandando as suas tropas pelo exemplo e pela afirmação inequívoca da sua competência e enorme estatura moral, garantindo a preservação da independência nacional, permitindo ao Reino seguir novos rumos em direcção à epopeia da expansão marítima, marcando o seu pendor universalista, permitindo cumprir o Portugal que hoje somos”. Nuno Álvares Pereira é por isso um exemplo, não só na defesa da Pátria como também nos valores da “honra, verdade, respeito e da camaradagem”, e que contribuíram “para o termos como patrono” referiu o Director Honorário da Arma, Oliveira Cardoso que se dirigiu aos soldados ali presentes para relembrar que a formação é um dos aspectos primordiais na infantaria. Nuno Álvares Pereira é assim tido como “exemplo e fonte de inspiração” no interior da EPI, continuou Oliveira Cardoso, relembrando a figura de Nuno Álvares Pereira agora já como Carmelita no Convento do Carmo. De entre as actividades já realizadas destacamos a homenagem a Nuno Álvares Pereira com a inauguração da exposição “O legado, as batalhas, as representações”, na qual a Rádio Condestável também participa. Esta exposição estará patente ao público no Museu da EPI até 27 de Setembro, sendo o seu acesso efectuado pela entrada do turismo.
terça-feira, agosto 11, 2009
ACANAC FNA Sintra 2009

Durante alguns fins de semana nos meses anteriores ao ACANAC2009 já tinhamos rumado a Sintra para colaborar na preparação do campo e das instalações, em conjunto com outros núcleos de várias regiões do país.
Parabéns á Região de Lisboa pela organização desta actividade.
Podem ver mais fotos em:
HINO DO ACANAC2009
segunda-feira, maio 04, 2009
Nuno de Santa Maria Álvares Pereira (1360-1431)Nuno Álvares Pereira nasceu em Portugal a 24 de Junho de 1360, muito provavelmente em Cernache do Bonjardim, sendo filho ilegítimo de fr. Álvaro Gonçalves Pereira, cavaleiro dos Hospitalários de S. João de Jerusalém e Prior do Crato, e de D. Iria Gonçalves do Carvalhal. Cerca de um ano após o seu nascimento o menino foi legitimado por decreto real, podendo assim receber a educação cavalheiresca típica dos filhos das famílias nobres do seu tempo. Aos treze anos torna-se pajem da rainha D. Leonor, tendo sido bem recebido na Corte e acabando por ser pouco depois cavaleiro. Aos dezasseis anos casa-se, por vontade de seu pai, com uma jovem e rica viúva, D. Leonor de Alvim. Da sua união nascem três filhos, dois do sexo masculino, que morrem em tenra idade, e uma do sexo feminino, Beatriz, a qual mais tarde viria a desposar o filho do rei D. João I, D. Afonso, primeiro duque de Bragança.
Quando o rei D. Fernando I morreu a 22 de Outubro de 1383 sem ter deixado filhos varões, o seu irmão D. João, Mestre de Avis, viu-se envolvido na luta pela coroa lusitana, que lhe era disputada pelo rei de Castela por ter desposado a filha do falecido rei. Nuno tomou o partido de D. João, o qual o nomeou Condestável, isto é, Comandante supremo do exército. Nuno conduziu o exército português repetidas vezes à vitória, até se ter consagrado na batalha de Aljubarrota (14 de Agosto de 1385), a qual acaba por determinar à resolução do conflito.
Os dotes militares de Nuno eram no entanto acompanhados por uma espiritualidade sincera e profunda. O amor pela eucaristia e pela Virgem Maria são a trave-mestra da sua vida interior. Assíduo à oração mariana, jejuava em honra da Virgem Maria às quartas-feiras, às sextas, aos sábados e nas vigílias das suas festas. Assistia diariamente à missa, embora só pudesse receber a eucaristia por ocasião das maiores solenidades. O estandarte que elegeu como insígnia pessoal traz as imagens do Crucificado, de Maria e dos cavaleiros S. Tiago e S. Jorge. Fez ainda construir às suas próprias custas numerosas igrejas e mosteiros, entre os quais se contam o Carmo de Lisboa e a Igreja de S. Maria da Vitória, na Batalha.
Com a morte da esposa, em 1387, Nuno recusa contrair novas núpcias, tornando-se um modelo de pureza de vida. Quando finalmente se alcançou a paz, distribui grande parte dos seus bens entre os seus companheiros, antigos combatentes, e acabo por se desfazer totalmente daqueles em 1423, quando decide entrar no convento carmelita por ele fundado, tomando então o nome de frei Nuno de Santa Maria. Impelido pelo Amor, abandona as armas e o poder para revestir-se da armadura do Espírito recomendada pela Regra do Carmo: era a opção por uma mudança radical de vida em que sela o percurso da fé autêntica que sempre o tinha norteado. Embora tivesse preferido retirar-se para uma longínqua comunidade de Portugal, o filho do rei, D. Duarte, de tal o impediu. Mas ninguém pode proibir-lhe que se dedicasse a pedir esmola em favor do convento e sobretudo dos pobres, os quais continuou sempre a assistir e a servir. Em seu favor organiza a distribuição quotidiana de alimentos, nunca voltando as costas a um pedido. O Condestável do rei de Portugal, o Comandante supremo do exército e seu guia vitorioso, o fundador e benfeitor da comunidade carmelita, ao entrar no convento recusa todos os privilégios e assume como própria a condição mais humilde, a de frade Donato, dedicando-se totalmente ao serviço do Senhor, de Maria —a sua terna Padroeira que sempre venerou—, e dos pobres, nos quais reconhece o rosto de Jesus.
Significativo foi o dia da morte de frei Nuno de Santa Maria, o domingo de Páscoa, 1 de Abril de 1431, passando imediatamente a ser reputado de “santo” pelo povo, que desde então o começa a chamar “Santo Condestável”.
Mas, embora a fama de santidade de Nuno se mantenha constante, chegando mesmo a aumentar, ao longo dos tempos, o percurso do processo de canonização será bem mais acidentado. Promovido desde logo pelos soberanos portugueses e prosseguido pela Ordem do Carmo, depara com numerosos obstáculos, de natureza exterior. Foi somente em 1894 que o Pe. Anastasio Ronci, então postulador geral dos Carmelitas, consegue introduzir o processo para o reconhecimento do culto do Beato Nuno “desde tempos imemoriais”, acabando este por ser felizmente concluído, apesar das dificuldades próprias do tempo em que decorre, no dia 23 de Dezembro de 1918 com o decreto Clementissimus Deus do Papa Bento XV.
As suas relíquias foram trasladadas numerosas vezes do sepulcro original para a Igreja do Carmo, até que, em 1961, por ocasião do sexto centenário do nascimento do Beato Nuno, se organizou uma peregrinação do precioso relicário de prata que as continha; mas pouco tempo depois é roubado, nunca mais tendo sido encontradas as relíquias que contivera, tendo sido depostos, em vez delas, alguns ossos que tinham sido conservados noutro lugar. A descoberta em 1966 do lugar do túmulo primitivo contendo alguns fragmentos de ossos compatíveis com as relíquias conhecidas reacendeu o desejo de ver o Beato Nuno proclamado em breve Santo da Igreja.
O Postulador Geral da Ordem, P. Felipe M. Amenós y Bonet, conseguiu que fosse reaberta a causa, que entretanto era corroborada graças a um possível milagre ocorrido em 2000. Tendo sido levadas a cabo as respectivas investigações, o Santo Padre, Papa Bento XVI, dispõe a 3 de Julho de 2008 a promulgação do decreto sobre o milagre em ordem à canonização e durante o Consistório de 21 de Fevereiro de 2009 determina que o Beato Nuno seja inscrito no álbum dos Santos no dia 26 de Abril de 2009.
Biografia oficial para a cerimónia de Canonização divulgada pelo Vaticano
domingo, abril 26, 2009
Nesta data, 26 de Abril de 2009, dia da sua canonização, importa informar a comunidade em que estamos inseridos de quem é esta Associação, com representação em Lagoa, que tem como Patrono D. Nuno Álvares Pereira. À Fraternidade dos Antigos Filiados do CNE (Corpo Nacional de Escutas) e Associação de Escutismo Adulto foi-lhe indicado como patrono a figura notável de um ser humano, que se destacou ao longo da vida por defender valores em que sempre acreditou, e que muito se aproximam dos mesmos que os escuteiros querem fazer todo o possível por cumprir: Essa figura notável foi D. NUNO ÁLVARES PEREIRA.
É nesse contexto e neste personagem que podemos assentar toda a nossa mística: por um lado, temos o herói, que o foi valorosamente com feitos importantes e inesquecíveis, e que de certo modo todos desejamos imitar ainda hoje. Não já o herói de capa e espada nem tão pouco o da banda desenhada ou dos filmes.
Queremos ser heróis na vida quotidiana: o herói que arrisca a vida quando se senta ao volante do carro para ir trabalhar ou quando viaja de avião ou de navio; o herói quando luta pela sobrevivência para criar a sua família e educar os filhos; o herói quando enfrenta o egoísmo, a vaidade, a corrupção, a falta de lealdade, a inveja... tanto na fábrica como no escritório, como junto dos amigos ou meramente dos conhecidos. D. Nuno indica-nos sempre a tomar o caminho como um líder, um chefe, e não como um indivíduo amorfo; valente e não cobarde; animado e não enfadonho, alegre e com bom humor e não triste ou aborrecido.
A outra vertente de D. Nuno inspira-nos a chegar à santidade, objectivo final de qualquer cristão. Não devemos esquecer a mensagem do Papa João Paulo II, quando nos apela: “não tenham medo de ser santos”. D. Nuno ofereceu-nos o exemplo de solidariedade principalmente com os mais pobres; a humildade é revelada pelo abandono e doação da sua imensa fortuna, só equiparada ao do próprio rei, distribuída por aqueles que mais precisavam. A suavidade e a doçura da sua vida pura encontrou lugar quando se recolheu na Ordem dos Carmelitas, onde trocou as ricas vestes e a luzidia armadura, pelo burel castanho e remendado de um simples monge, como desejava ser o último servidor de Deus.
Por analogia podemos comparar parte da sua vida como a de um verdadeiro escuteiro. Se não vejamos. Começou como escudeiro da rainha, ainda muito novo, tendo para isso de fazer as “provas de adesão” que na época eram normais: comportamento na corte, etiqueta nas refeições, domínio das armas, treino de equitação, o gosto pela leitura, e muitas outras provas. Depois de ter ultrapassado as provas com êxito foi aprovado e investido como cavaleiro, aceitando as leis da cavalaria e do reino, ficando na véspera em meditação toda a noite, em abstinência e oração, a que podemos chamar estar em velada de armas ou em vigília de oração. Na manhã seguinte, foi vestido como cavaleiro, recebendo o arnês, as esporas, o elmo e por último a espada, seguindo-se depois o juramento. Como madrinha teve a própria Rainha D. Leonor. Todo este cerimonial leva-nos a comparar com a Promessa escutista, quando o escuteiro já trajando o uniforme, recebe as insígnias, o assistente coloca-lhe o lenço, a madrinha o chapéu ou o “beret” e por fim o chefe cumprimentando-o entrega-lhe a vara, saudando-o.
O Mestre de Avis, mais tarde D. João I era o chefe a quem D. Nuno prometeu fidelidade e respeito, e pelo seu mérito pessoal levou-o a alcançar o comando supremo do exército português, sendo designado como Condestável de Portugal.
É o caminho exemplar de um bom escuteiro que vai conquistando, ano após ano, as várias etapas de progresso, as suas competências e especialidades, os prémios, até vir alcançar a honra de ser designado Cavaleiro da Pátria.
Estes são os dons naturais do escuteiro, que transforma a simples boa-acção em actos profundos de solidariedade até mesmo de abnegação, por vezes com risco da própria vida; nesse sentido a galeria dos escuteiros heróis estende-se por todo o mundo.
É esse o nosso ideal, é esta a nossa mística, que por um lado tem como cenários os campos dos Atoleiros, de Aljubarrota ou de Valverde e por outro lado as ruínas do Convento do Carmo, em Lisboa, onde o Beato Nuno de Santa Maria morreu. Os seus restos mortais encontram-se actualmente na Igreja de Santo Condestável também em Lisboa.
segunda-feira, março 16, 2009
Comemoração do dia do fundador juntou mais de 1600 escuteiros
Diversas actividades lúdicas e didácticas ocuparam, durante a manhã, as quatro secções etárias escutistas que compreendem crianças,
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Jamboree da Saudade - AEP, CNE, FNA
Programa09:00
Concentração por Secção
- Alcateia - Zona do Pavilhão Arade
- Grupo Explorador / Flotilha / Tribo Escoteiros - Parchal, na sede do
Agrupamento 1256 junto à estação Caminho de Ferro
- Grupo Pioneiro/Frota/Tribo Exploradores - Mexilhoeira da Carregação
na sede do Agrupamento 1292 junto à Igreja
- Clã / Comunidade - Estombar, junto à sede do Agrupamento 715
09:30
Início das Actividades
14:00
Desfile
Hora da Saudade
Hora da Saudade
15:30
Eucaristia, presidida pelo Sr. Bispo do Algarve
17:00
Adeus
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Festa de Natal Sénior de Lagoa 2008
A Câmara Municipal de Lagoa, através de todos os seus Serviços, nomeadamente os que estão especialmente preparados e vocacionados para a acção social - numa parceria com a Rede Social de Lagoa, Associação do Rancho Folclórico do Calvário, Fraternidade Nuno Álvares e Paróquia de Lagoa promoveu, no dia 13 de Dezembro, desde as 10:30 horas, na Nave Multiusos do Parque Municipal de Feiras e Exposições (vulgo Fatacil), a Festa de Natal Sénior de Lagoa 2008, no sentido de proporcionar aos mais idosos de toda a área do Município, momentos de convívio, confraternização e animação, ndomingo, dezembro 14, 2008
Pijaminha - 6.400 peças de vestuário recolhidas

Os diversos núcleos da região de Lisboa e o único no Algarve (Lagoa), entregaram no passado dia 5 de Dezembro, 6.400 peças de vestuário para crianças, aos promotores do Movimento Pijaminha.
Uma vez que este movimento já tinha diversos contacto com associações e instituições que necessitavam deste tipo de apoio, foi decidido efectuar a a entrega da totalidade da campanha a esta equipa de solidários (Movimento Pijaminha).
Em breve será aqui publicado também a listagem das associações e entidades que beneficiaram, ou melhor, que foram receptoras destes artigos.
Resta agradecer a todos os que colaboraram e aderiram a esta desafio, divulgando, entregando, e fazem o trabalho de campo.
Bem Hajam por tudo. Quem precisa agradece.
sexta-feira, dezembro 12, 2008
Movimento Pijaminha - Informação e esclarecimento
De imediato contactamos a Direcção Regional de Lisboa da Fraternidade de Nuno Álvares (FNA), que nos tinha lançado este desafio, e os proponentes da campanha. Ficamos satisfeitos com a informação que nos deram e mantivemos o nosso empenho no desafio a que nos propusemos. Conseguimos entretanto apurar, que este Movimento Pijaminha, já no ano passado entregou no IPO e outros Hospitais de Lisboa o seu contributo, sendo que é uma iniciativa de pais e enfermeiros do IPO e não da própria instituição.
Infelizmente, há necessidade, infelizmente a solidariedade é precisa, se qualquer dúvida existir, ou se a quantidade recolhida for de molde a "assustar" os organizadores, iremos procurar entregar o que recolhermos a instituições diversas que sabemos terem igualmente carências.
Acho que a nossa acção mobilizadora, foi bastante acima do que a própria Campanha poderia esperar, mas esse é o nosso jeito de fazer as coisas.
Assim sendo, resta informar que foi entregue em Sintra, no armazém que está
Resta-nos agradecer a todos quantos contribuíram para esta causa sendo solidários com aqueles que mais precisam.
Mais esclarecimentos podem ser obtidos no blog do “Movimento Pijaminha” http://movimentopijaminha.blogspot.com/ ou no nosso blog onde iremos prestar esclarecimentos sobre o destinos dado a todo o material recolhido.
Estaremos
Alerta para Servir
Dezembro de 2008

domingo, dezembro 07, 2008
Mais um aniversário do Núcleo
A cerimónia decorreu mais uma vez na Capela de S. José, embora mais intimista, tendo contado com a presença do novo Chefe Regional do CNE, Edgar Correia, que muito nos honrou também pelas palavras proferidas.
Da velada de armas destaco um artigo da lei e um principio, por mencionarem na sua fundamentação o Escutismo Adulto:
- A honra do Escuta inspira confiança

…Na sociedade que nos rodeia a palavra deixou de ter o valor que teve em outras épocas. Os valores da sociedade têm-se perdido com a evolução dos tempos. A honra que em tempos remotos era um valor inestimável para qualquer cidadão, hoje não representa nada para a maioria.
O Escutismo continua a incentivar o valor da palavra, da honra individual de cada um. O Escutismo, tal como BP afirmava é um estilo de vida para adultos, logo um Escuteiro Adulto deve ser um exemplo de cidadão em que se pode confiar, e que baseia a sua acção na dignidade, continuando fiel á Promessa que fez enquanto jovem Escuteiro.
- O dever do Escuta Começa em casa
…Aquele que deseja ser bom Escuteiro, não o pode ser só com a farda vestida, tem que ser, acima de tudo, em casa para com a sua família. Como Escuteiro Adulto também os seus deveres de casa, enquanto membro de uma família, estão antes dos escuteiros, pois a família é mais importante!
Por experiencia própria, sei que nem sempre se cumpre este principio, pois a necessidade de ajudar o próximo e o empenho na dedicação a esta causa, que é o Escutismo, faz-nos por vezes consumir o pouco tempo disponível a pensar nos outros, em detrimento daqueles que nos estão mais próximos. Mas quando á harmonia familiar tudo é compensado nos momentos em que estamos juntos e se vive com intensidade a felicidade de também puder dizer…
- Eu tenho uma família que me permite pertencer á grande família que é o Escutismo.
A actividade prosseguiu na Casa do Escuteiro, com um Fogo de Concelho que se prolongou noite dentro. No domingo teve inicio com a eucaristia na Capela de Vale D’El Rei e almoço partilhado com a presença de diversos convidados, pois as condições climatéricas não permitiram cumprir o programa que estava estabelecido.
Á nova associada, Zéia, um desejo de Boa Caça para este novo desafio.
Fotos em:
http://picasaweb.google.com/fnalagoa/FotosRenovaOPromessaZIa?authkey=o5JvnExkWIU
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