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ALBUM FOTOGRÁFICO
sábado, agosto 15, 2009
FNA na Inauguração da Exposição na Escola Prática de Infantaria em Mafra
Dia da EPI e Inauguração de Exposição
FNA acedeu ao convite da Escola Prática de Infantaria (Mafra) para participar na Exposição D. Nuno Álvares Pereira, que estará aberta de 14 de Agosto a 27 de Setembro de 2009. A exposição está organizada em três áreas distintas, uma dedicada às entidades participantes, outra às batalhas de S. Nuno, como sendo a dos Atoleiros, Aljubarrota e Valverde, e ainda uma outra área dedicada a Vigília d’Armas às Relíquias do Santo Condestável e exposição de figuras e representações.
Uma comitiva representativa, de todas as regiões do país onde a FNA está activa, esteve presente dia 14 de Agosto a convite da Escola Prática de Infantaria na comemoração Dia da Arma de Infantaria e da sua Escola Prática. Tendo sido aproveitada a data comemorativa para inaugurar a exposição D. Nuno Álvares Pereira - O Legado, as Batalhas, as Representações.
A comitiva da FNA
Exposição D. Nuno Álvares Pereira - EPI Mafra

terça-feira, agosto 11, 2009
ACANAC FNA Sintra 2009

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segunda-feira, maio 04, 2009
Nuno de Santa Maria Álvares Pereira (1360-1431)Nuno Álvares Pereira nasceu em Portugal a 24 de Junho de 1360, muito provavelmente em Cernache do Bonjardim, sendo filho ilegítimo de fr. Álvaro Gonçalves Pereira, cavaleiro dos Hospitalários de S. João de Jerusalém e Prior do Crato, e de D. Iria Gonçalves do Carvalhal. Cerca de um ano após o seu nascimento o menino foi legitimado por decreto real, podendo assim receber a educação cavalheiresca típica dos filhos das famílias nobres do seu tempo. Aos treze anos torna-se pajem da rainha D. Leonor, tendo sido bem recebido na Corte e acabando por ser pouco depois cavaleiro. Aos dezasseis anos casa-se, por vontade de seu pai, com uma jovem e rica viúva, D. Leonor de Alvim. Da sua união nascem três filhos, dois do sexo masculino, que morrem em tenra idade, e uma do sexo feminino, Beatriz, a qual mais tarde viria a desposar o filho do rei D. João I, D. Afonso, primeiro duque de Bragança.
Quando o rei D. Fernando I morreu a 22 de Outubro de 1383 sem ter deixado filhos varões, o seu irmão D. João, Mestre de Avis, viu-se envolvido na luta pela coroa lusitana, que lhe era disputada pelo rei de Castela por ter desposado a filha do falecido rei. Nuno tomou o partido de D. João, o qual o nomeou Condestável, isto é, Comandante supremo do exército. Nuno conduziu o exército português repetidas vezes à vitória, até se ter consagrado na batalha de Aljubarrota (14 de Agosto de 1385), a qual acaba por determinar à resolução do conflito.
Os dotes militares de Nuno eram no entanto acompanhados por uma espiritualidade sincera e profunda. O amor pela eucaristia e pela Virgem Maria são a trave-mestra da sua vida interior. Assíduo à oração mariana, jejuava em honra da Virgem Maria às quartas-feiras, às sextas, aos sábados e nas vigílias das suas festas. Assistia diariamente à missa, embora só pudesse receber a eucaristia por ocasião das maiores solenidades. O estandarte que elegeu como insígnia pessoal traz as imagens do Crucificado, de Maria e dos cavaleiros S. Tiago e S. Jorge. Fez ainda construir às suas próprias custas numerosas igrejas e mosteiros, entre os quais se contam o Carmo de Lisboa e a Igreja de S. Maria da Vitória, na Batalha.
Com a morte da esposa, em 1387, Nuno recusa contrair novas núpcias, tornando-se um modelo de pureza de vida. Quando finalmente se alcançou a paz, distribui grande parte dos seus bens entre os seus companheiros, antigos combatentes, e acabo por se desfazer totalmente daqueles em 1423, quando decide entrar no convento carmelita por ele fundado, tomando então o nome de frei Nuno de Santa Maria. Impelido pelo Amor, abandona as armas e o poder para revestir-se da armadura do Espírito recomendada pela Regra do Carmo: era a opção por uma mudança radical de vida em que sela o percurso da fé autêntica que sempre o tinha norteado. Embora tivesse preferido retirar-se para uma longínqua comunidade de Portugal, o filho do rei, D. Duarte, de tal o impediu. Mas ninguém pode proibir-lhe que se dedicasse a pedir esmola em favor do convento e sobretudo dos pobres, os quais continuou sempre a assistir e a servir. Em seu favor organiza a distribuição quotidiana de alimentos, nunca voltando as costas a um pedido. O Condestável do rei de Portugal, o Comandante supremo do exército e seu guia vitorioso, o fundador e benfeitor da comunidade carmelita, ao entrar no convento recusa todos os privilégios e assume como própria a condição mais humilde, a de frade Donato, dedicando-se totalmente ao serviço do Senhor, de Maria —a sua terna Padroeira que sempre venerou—, e dos pobres, nos quais reconhece o rosto de Jesus.
Significativo foi o dia da morte de frei Nuno de Santa Maria, o domingo de Páscoa, 1 de Abril de 1431, passando imediatamente a ser reputado de “santo” pelo povo, que desde então o começa a chamar “Santo Condestável”.
Mas, embora a fama de santidade de Nuno se mantenha constante, chegando mesmo a aumentar, ao longo dos tempos, o percurso do processo de canonização será bem mais acidentado. Promovido desde logo pelos soberanos portugueses e prosseguido pela Ordem do Carmo, depara com numerosos obstáculos, de natureza exterior. Foi somente em 1894 que o Pe. Anastasio Ronci, então postulador geral dos Carmelitas, consegue introduzir o processo para o reconhecimento do culto do Beato Nuno “desde tempos imemoriais”, acabando este por ser felizmente concluído, apesar das dificuldades próprias do tempo em que decorre, no dia 23 de Dezembro de 1918 com o decreto Clementissimus Deus do Papa Bento XV.
As suas relíquias foram trasladadas numerosas vezes do sepulcro original para a Igreja do Carmo, até que, em 1961, por ocasião do sexto centenário do nascimento do Beato Nuno, se organizou uma peregrinação do precioso relicário de prata que as continha; mas pouco tempo depois é roubado, nunca mais tendo sido encontradas as relíquias que contivera, tendo sido depostos, em vez delas, alguns ossos que tinham sido conservados noutro lugar. A descoberta em 1966 do lugar do túmulo primitivo contendo alguns fragmentos de ossos compatíveis com as relíquias conhecidas reacendeu o desejo de ver o Beato Nuno proclamado em breve Santo da Igreja.
O Postulador Geral da Ordem, P. Felipe M. Amenós y Bonet, conseguiu que fosse reaberta a causa, que entretanto era corroborada graças a um possível milagre ocorrido em 2000. Tendo sido levadas a cabo as respectivas investigações, o Santo Padre, Papa Bento XVI, dispõe a 3 de Julho de 2008 a promulgação do decreto sobre o milagre em ordem à canonização e durante o Consistório de 21 de Fevereiro de 2009 determina que o Beato Nuno seja inscrito no álbum dos Santos no dia 26 de Abril de 2009.
Biografia oficial para a cerimónia de Canonização divulgada pelo Vaticano
domingo, abril 26, 2009
Nesta data, 26 de Abril de 2009, dia da sua canonização, importa informar a comunidade em que estamos inseridos de quem é esta Associação, com representação em Lagoa, que tem como Patrono D. Nuno Álvares Pereira. A outra vertente de D. Nuno inspira-nos a chegar à santidade, objectivo final de qualquer cristão. Não devemos esquecer a mensagem do Papa João Paulo II, quando nos apela: “não tenham medo de ser santos”. D. Nuno ofereceu-nos o exemplo de solidariedade principalmente com os mais pobres; a humildade é revelada pelo abandono e doação da sua imensa fortuna, só equiparada ao do próprio rei, distribuída por aqueles que mais precisavam. A suavidade e a doçura da sua vida pura encontrou lugar quando se recolheu na Ordem dos Carmelitas, onde trocou as ricas vestes e a luzidia armadura, pelo burel castanho e remendado de um simples monge, como desejava ser o último servidor de Deus.
Por analogia podemos comparar parte da sua vida como a de um verdadeiro escuteiro. Se não vejamos. Começou como escudeiro da rainha, ainda muito novo, tendo para isso de fazer as “provas de adesão” que na época eram normais: comportamento na corte, etiqueta nas refeições, domínio das armas, treino de equitação, o gosto pela leitura, e muitas outras provas. Depois de ter ultrapassado as provas com êxito foi aprovado e investido como cavaleiro, aceitando as leis da cavalaria e do reino, ficando na véspera em meditação toda a noite, em abstinência e oração, a que podemos chamar estar em velada de armas ou em vigília de oração. Na manhã seguinte, foi vestido como cavaleiro, recebendo o arnês, as esporas, o elmo e por último a espada, seguindo-se depois o juramento. Como madrinha teve a própria Rainha D. Leonor. Todo este cerimonial leva-nos a comparar com a Promessa escutista, quando o escuteiro já trajando o uniforme, recebe as insígnias, o assistente coloca-lhe o lenço, a madrinha o chapéu ou o “beret” e por fim o chefe cumprimentando-o entrega-lhe a vara, saudando-o.
É o caminho exemplar de um bom escuteiro que vai conquistando, ano após ano, as várias etapas de progresso, as suas competências e especialidades, os prémios, até vir alcançar a honra de ser designado Cavaleiro da Pátria.
Estes são os dons naturais do escuteiro, que transforma a simples boa-acção em actos profundos de solidariedade até mesmo de abnegação, por vezes com risco da própria vida; nesse sentido a galeria dos escuteiros heróis estende-se por todo o mundo.
É esse o nosso ideal, é esta a nossa mística, que por um lado tem como cenários os campos dos Atoleiros, de Aljubarrota ou de Valverde e por outro lado as ruínas do Convento do Carmo, em Lisboa, onde o Beato Nuno de Santa Maria morreu. Os seus restos mortais encontram-se actualmente na Igreja de Santo Condestável também em Lisboa.
segunda-feira, março 16, 2009
Comemoração do dia do fundador juntou mais de 1600 escuteiros
Diversas actividades lúdicas e didácticas ocuparam, durante a manhã, as quatro secções etárias escutistas que compreendem crianças,
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Jamboree da Saudade - AEP, CNE, FNA
Programa09:00
- Alcateia - Zona do Pavilhão Arade
- Grupo Explorador / Flotilha / Tribo Escoteiros - Parchal, na sede do
Agrupamento 1256 junto à estação Caminho de Ferro
- Grupo Pioneiro/Frota/Tribo Exploradores - Mexilhoeira da Carregação
na sede do Agrupamento 1292 junto à Igreja
- Clã / Comunidade - Estombar, junto à sede do Agrupamento 715
14:00
Hora da Saudade
15:30
17:00
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Festa de Natal Sénior de Lagoa 2008
A Câmara Municipal de Lagoa, através de todos os seus Serviços, nomeadamente os que estão especialmente preparados e vocacionados para a acção social - numa parceria com a Rede Social de Lagoa, Associação do Rancho Folclórico do Calvário, Fraternidade Nuno Álvares e Paróquia de Lagoa promoveu, no dia 13 de Dezembro, desde as 10:30 horas, na Nave Multiusos do Parque Municipal de Feiras e Exposições (vulgo Fatacil), a Festa de Natal Sénior de Lagoa 2008, no sentido de proporcionar aos mais idosos de toda a área do Município, momentos de convívio, confraternização e animação, ndomingo, dezembro 14, 2008
Pijaminha - 6.400 peças de vestuário recolhidas

Os diversos núcleos da região de Lisboa e o único no Algarve (Lagoa), entregaram no passado dia 5 de Dezembro, 6.400 peças de vestuário para crianças, aos promotores do Movimento Pijaminha.
Uma vez que este movimento já tinha diversos contacto com associações e instituições que necessitavam deste tipo de apoio, foi decidido efectuar a a entrega da totalidade da campanha a esta equipa de solidários (Movimento Pijaminha).
Em breve será aqui publicado também a listagem das associações e entidades que beneficiaram, ou melhor, que foram receptoras destes artigos.
Resta agradecer a todos os que colaboraram e aderiram a esta desafio, divulgando, entregando, e fazem o trabalho de campo.
Bem Hajam por tudo. Quem precisa agradece.